CONDOMÍNIOS: Obrigatoriedade de CPF do condômino no boleto para evitar fraudes


Nenhum boleto poderá ser emitido sem a vinculação do pagador com CPF para pessoas físicas e CNPJ para pessoas jurídicas, desde Janeiro de 2017. O Banco Central do Brasil emitiu uma circular que estabelece o tempo de 4 anos para a mudança definitiva, que tem como objetivo padronizar a linguagem dos boletos para deixá-los mais simples. Como agora é exigido o CPF do condômino no boleto os síndicos devem se preocupar em manter atualizado o cadastro dos moradores, para evitar que o boleto deixe de ser emitido ao condômino

Essa medida trouxe uma grande preocupação aos síndicos, pois, como agora é exigido o CPF do condômino no boleto e a maioria dos condomínios emitia boletos sem registro bancário, o cadastro dos moradores terá que estar bem mais atualizado, para evitar que o boleto deixe de ser emitido ao condômino pagador por falta de dados. Todos os síndicos terão que se adaptar a essa nova medida.

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A iniciativa é a necessidade dos bancos de acabar com as fraudes que ocorrerem através dos boletos bancários. O que acontece é que existe um golpe que altera o número do código de barrar e desvia o pagamento para outra conta. Golpe este feito através de um vírus (malware) no computador do consumidor. A FEBRABAN informa que 2,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, onde 40% deles são sem registro, assim facilitando a fraude. Os bancos também sofrem com diversas inconsistências de boletos sem registro, que acontecem quando um cliente muda, de forma deliberada, o valor de um boleto ou a data de vencimento. Cerca de 1 bilhão destas ocorrências são registradas por ano.

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Fonte: Seu Condomínio
Redator: EC2Elis Agência Digital


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